quinta-feira, 16 de junho de 2011



À Deus Amor

Coração, por que foi enterrado!
Ao cantar, o céu se misturava.
Com barro e alegria,
Por poder lembrar do caminho do amor
Força na hora que descer
Empurrando os buracos vagos
Retraídos, covardes como.
Cova rasa ou corsa invalida


Deixe minha mão olhar apenas
Que pena não trouxe o radio
Poderíamos ouvir canções nossas
Daquelas que poucos compreendem
E se compreendessem
Não importaria mais, ser nossa.


Uma vez o frade disse que.
Seria para sempre...
Talvez tenha dito isto por costume
E custasse o tempo
Ou os gemidos de dores invisíveis

Para que todo acontecido
Pudesse ficar grafado engarrafado
Na forma de amor possível eterno

Como a vida cativada, dedo a dedo.
Sob aplausos de olhos eternos...

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